Veja nesse artigo o que é autoconhecimento, quais ferramentas utilizar para desenvolver o seu e o verdadeiro impacto que não conhecer a si mesmo possui na sua vida.


“Se você conhece a si mesmo não precisa temer o resultado de 1000 batalhas. 

Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória sofrerá também uma derrota. 

Mas, se você não conhece nem o inimigo, nem a si mesmo, perderá todas as batalhas”. 

— Sun Tzu em Arte da Guerra


Para responder o que é autoconhecimento e como desenvolver o seu, precisamos falar antes sobre o conhecimento.

Faça um exercício mental…

Você consegue imaginar como a sociedade estaria hoje se ainda acreditássemos que a terra é plana e que existe um abismo no horizonte? 

Ou quem sabe, como o mundo estaria se ainda colocássemos todas os acontecimentos naturais que ainda não tem explicação exata unicamente na conta das religiões? Como seria nossa sociedade se ainda queimassem cientistas por práticas de bruxaria? Provavelmente não estaríamos vivendo em um mundo com muitos avanços tecnológicos e medicinais.

Isso aconteceria porque o conhecimento é o que fez — e é o faz — o ser humano evoluir em todos os sentidos de sua existência. Essa é uma verdade bem simples: não existe evolução sem conhecimento.

Esse tema é abordado e estudado desde Platão — vê-se a abordagem do conhecimento na Alegoria da Caverna, por exemplo.

Contudo, depois de duas guerras mundiais; depois de vermos o poder de uma bomba atômica e da maldade de um único homem desequilibrado, que foi capaz de matar milhares e milhares com o pretexto de criar uma raça pura… Fomos obrigados a aprender algumas coisas. 

A importância do conhecimento

A exemplo disso, depois da segunda guerra mundial percebeu-se a necessidade de criar Direitos Humanos Universais. Evoluir moralmente tornou-se não mais que uma opção, tornou-se uma obrigação. 

Contudo, foi apenas depois de descobrirmos a capacidade que o ser humano tem de fazer o mal (e também o bem) que passamos a pensar em meios de equilibrar as coisas. 

Ainda existe uma infinidade de situações a serem melhoradas, vencidas, mudadas e evoluídas no mundo. Mas que o processo do CONHECER é o melhor caminho para a MUDANÇA, é inegável. 

George Orwell, em seu livro 1984, coloca como um dos fatores de manipulação em massa a ignorância.

“Ignorância é força”, é o que o protagonista lê no livro proibido do Estado. 

George Orwell, como a maioria dos visionários, entendeu que sem conhecimento é impossível fazer uma sociedade justa e igualitária. É impossível ter qualidade de vida e evoluções significativas…

E se você ainda não entendeu o que o autoconhecimento tem a ver com tudo isso, eu vou te explicar… 

A importância do autoconhecimento

O ser humano está envolto em duas esferas: o mundo interior e o mundo exterior. 

Imagine que a história da humanidade é a história do seu mundo interior. Você tem aprendido com suas guerras internas? Tem mudado suas estratégias diante dos cenários de adversidade ou tem agido como uma criança que chora e briga?

Infelizmente a maioria das pessoas se quer conhece quais são suas maiores batalhas internas. Ninguém para pra analisar e compreender sua própria história e quais os efeitos que as experiências e influências externas têm gerado em sua vida.

Então as perguntas se mantém:

Você conhece quais são os gatilhos que destroem sua autoestima e te colocam no chão?

Tem certeza de que entende por que sente raiva, ciúmes, alegria e excitação?

Ou o por quê tem os gostos, desejos e anseios que tem?

Todas essas coisas você só será capaz de descobrir, entender e mudar — caso precise— com a prática constante do autoconhecimento.

A ignorância sobre si mesmo é o melhor caminho para se perder nos milhares de caminhos confusos e conturbados da vida. 

Então, leia esse post até o fim e descubra o que é autoconhecimento, quais técnicas utilizar e por fim, o que fazer com todo esse conhecimento sobre si mesmo.

Aproveite!

Autoconhecimento: o que é?

homem segurando placa escrito "que sou eu?"

 

Autoconhecimento nada mais é que a capacidade de enxergar e compreender a si mesmo, entender o porquê você sente o que sente, gosta das coisas que gosta, têm os pensamentos que têm, se relaciona da maneiro que o faz… 

De onde vêm determinado hábito, quais os gatilhos que desencadeiam seus medos, ansiedades, dificuldade de comunicação?

O processo do autoconhecimento acontece à medida que nos damos a oportunidade de abrir nossas mentes para aquilo que está escondido dentro de nós. 

Como funciona o processo de autoconhecimento?

O processo da descoberta pessoal é bastante simples — e isso não quer dizer que seja fácil.

A maneira mais simples e efetiva de conseguir compreender a si mesmo é fazendo aquilo que fazemos quando queremos conhecer outra pessoa: perguntando.

Isto é, o autoquestionamento (“por quê eu estou sentido isso” ou “por que estou agindo dessa maneira”) nos dá clareza de quem somos. 

Mas antes de começar, é preciso entendermos como o ser humano funciona no geral. Isto é, o ser humano é formado de diversas facetas. Ninguém é apenas uma coisa. Somos nosso corpo, nossa mente e nossas emoções… Ou seja, o que devemos conhecer? Como conhecer cada uma dessas facetas? 

Quem é o Ser Humano?

Para começar a entender melhor a sua mente funciona (tanto a consciente, como a inconsciente), vamos entender qual é a sua estrutura. Como ela é organizada e projetada  para trabalhar?

Vamos falar um pouco de psicologia, mais especificamente, sobre a estrutura da psique (mente) humana elaborada por Sigmund Freud. 

Para Freud, a mente humana é dividida em 3 partes. 

Superego, Ego e ID. 

 

O ID é a parte mais profunda da nossa mente. 

É onde está nosso subconsciente. Tem relação com nosso lado mais instintivo. 

Muitos dos nossos maiores medos, anseios, prazeres obscuros, traumas escondidos e também, 90% da maioria das informações aparentemente não importantes estão no ID. 

Se você quiser se conhecer, você precisará chegar perto do seu subconsciente.  

O objetivo das práticas de autoconhecimento nada mais é que fazer isso. Passar pelas duas fases anteriores, conhecê-las, entendê-las e transformá-las em informação útil para nossa evolução pessoal como ser humano e claro… para nossa felicidade. 

Superego é a parte é a mais superficial da nossa mente. É a parte dotada de moral. Filtrada e que tem o objetivo de suprimir os impulsos do ID..

O Ego está entre o Superego e o ID… Ele tem como objetivo equilibrar os impulsos do ID e filtrar, assim, o que chega no Superego. 

Não existe meio mais fácil de entender a mente humana do que compará-la com um iceberg.

banner que demonstra um iceberg comparando a mente humana

A maior parte da nosso mente está no subconsciente, o ID. 

Então, a questão é: a raiz de todas as coisas que você fala, pensa, e a maneira que você age;  dos seus gostos, anseios e receios que você tem, está ali.

Somente assim você poderá não somente conhecer a si mesmo, e como também ter controle de todos esses impulsos e fazer sua mente trabalhar a seu favor.

Os três níveis operacionais do ser humano

  • Os Seus Pensamentos e Ações – O que estamos pensando e fazendo
  • As suas Emoções – O que estamos sentindo 
  • E o seu Subconsciente – O por quê estou pensando e sentindo isso

A PNL entende que nossa estrutura mental está ligada a três níveis operacionais: Pensamentos, Emoções e Ações.

Muitas vezes o ser humano acredita que se conhece, na verdade, ele conhece apenas uma fração de si mesmo. 

Em geral, as pessoas sabem do que gostam. Elas sabem se preferem doce ou salgado, se devem ficar em casa ou ir à um barzinho… A grande maioria não para pra pensar nisso… Apenas vivem. E tudo bem ser assim. 

Mas, saber aquilo que gostamos é um nível (pequeno) de autoconhecimento.

E é aqui que as pessoas acabam se enganando… Quando associamos esse “autoconhecimento” fracionado como o todo… deixamos de dar espaço para o verdadeiro autoconhecimento.

E aqui mora o verdadeiro problema: quem acha que se conhece e não se conhece, se fecha para esse processo de autodescoberta e em consequência, se fecha para um processo de evolução verdadeiro.

Vamos explicar de maneira mais detalhada esses três níveis do ser humano.

  • O Mental e Comportamental: o que eu estou pensando? Como estou agindo?
  • O Emocional: o que eu estou sentindo?
  • Subconsciente: o que não estou enxergando?

Vamos começar fazendo um exercício: imagine-se em uma situação não muito tensa. 

Talvez uma reunião de trabalho com divergência de ideias. Talvez um encontro de família um pouco acalorada demais. Não importa… lembre dessa situação. 

Tente lembrar do que sentia, pensava e/ou fazia… Então, imagine que você está retornando para aquele momento… 

O que você pensava naquele momento? O que você pensava sobre o ambiente, sobre o que as pessoas vestiam. Sobre o que as pessoas falavam? 

O que você sentia, quais emoções floresciam dentro de você? Alegria, raiva, tristeza, amor?

Não importa, de verdade, o seu conteúdo. Algumas coisas podem ser realmente espantosas e por isso que a maioria das pessoas não falam o que REALMENTE pensam.

A mente e as emoções são as áreas mais acessíveis para nós, como se fossem um sintoma do que está lá no fundo. O que você pensa e sente é algo gerado, como um escape das coisas que estão no nosso interior. 

Todos esses pensamentos, sentimentos/emoções e ações, que muitas vezes vem e vão como uma brisa, são o seu mundo mental. 

São o seu ego e o seu superego, sua mente e suas emoções em movimento.

É o lugar de resposta. Onde você vai poder encontrar o PORQUÊ sentiu e pensou determinada coisa. O “o porquê” de tudo está no seu subconsciente. É uma parte fechada para nós e é preciso de dedicação para conseguir compreender ainda que um pouco essa área da nossa mente.

  • “Eu não gostei dela” 
  • “Eu acho que  vou ser demitido”
  • “Ainda bem que não foi comigo” 
  • “Que cara chato…”
  • “Meu Deus, isso é incrível!!”

Entendendo essa tripartição do ser humano, podemos utilizar inúmeras ferramentas para descobri-las, estudá-las, conhecê-las, entendê-las e principalmente: dominá-las.

Mais para frente nesse artigo, você vai conhecer uma técnica para desenvolver o seu autoconhecimento, utilizando as três camadas do ser humano.

Então continue lendo!

Você tem certeza possui autoconhecimento? 

Segundo a psicóloga Tasha Eurich, em seu livro Insight, mais de 60% das pessoas dizem possuir autoconhecimento, quando apenas 15% das pessoas realmente o possuem.

 Por que essa ilusão em massa acontece? O que define que alguém não conhece a si mesmo? 

O autoconhecimento é uma investigação de si mesmo, que tem o objetivo de desenvolver a autoconsciência e a autoimagem

O que acontece muitas vezes é que não levamos em consideração fatores que “embaçam” nossa vista. Crenças limitantes, medos, traumas… até mesmo o meio cultural do qual você está inserido. Tudo isso são como óculos, com lentes manchadas, que nos fazem enxergar de maneira embaçada. 

Por que não nos conhecemos verdadeiramente?

O processo de consciência de si mesmo é um processo introspectivo, e que requer coragem. Requer que saiamos da nossa zona de conforto, nos libertemos de todos os auto julgamentos. 

E fazer isso nem sempre é fácil. Então não é à toa que apenas 15% das pessoas realmente se conhecem a si mesmas.

Então, alguns motivos que realmente dificultam essa autodescoberta, são:

  1. Não levar em consideração que sua autoimagem é prejudicada por traumas, medos e até mesmo o meio social, cultural e a época que estamos vivendo;
  2. Deixar de questionar os comportamentos, pensamentos e sentimentos. As pessoas não fazem a mínima ideia dos porquês, então simplesmente aceitam que são como são e vivem assim, mesmo sendo prejudicadas diariamente por isso com comportamentos, pensamentos e sentimentos ruins;
  3. Não refletir. Algumas pessoas até se questionam e tentam entender o porquê fazem o que fazem. Mas, é algo passageiro e não gera resultado nenhum. A autorreflexão é fundamental para compreender o que encontramos pelo caminho da autodescoberta.
  4. Orgulho,  medos e, principalmente, o autojulgamento são inimigos do autoconhecimento. Sentimentos como esses nos impedem de refletir mais profundamente sobre uma atitude nossa. Dessa forma, viramos reféns de pensamentos, sentimentos e atitudes que só nos prejudicam.

E qual o problema disso? Qual o problema de achar que nos conhecemos, quando no fundo não nos conhecemos?

Se você não liberta sua mente para uma visão mais pura, mais clara e objetiva de si mesmo, será impossível transformar atitudes, mudar ideias, melhorar nos relacionamentos. 

Entender o porquê é o primeiro passo para entender o COMO MUDAR. O COMO assumir o controle.

Quais são os malefícios de não conhecer a si mesmo? 

Pessoas que não se conhecem são pessoas fadadas a permanecerem sempre na mesma. Prisioneiros de impulsos, crenças que foram implantadas por pessoas ou situações. 

São pessoas que possuem um auto julgamento ferrenho e por isso, julgam também os outros ao seu redor. 

Não aceitam diferenças e se limitam, não apenas aceitando passivamente as coisas do jeito que são, como também querendo impor sua meia verdade para todos ao seu redor.

Não conhecer a si mesmo é um malefício não apenas para a sua vida, e para a vida de todos que estão ao seu redor.

Quais são os benefícios do autoconhecimento? 

O SEU autoconhecimento pode te levar ao sucesso, e também ajudar a mudar o mundo. 

Pense comigo… nossos comportamentos — como medo, raiva, ciúmes, inveja — afetam diretamente as pessoas mais próximas a nós, nossas relações mais íntimas.

Se a sociedade é formado por vários grupos de relacionamentos íntimos, como família, então a sociedade é influenciada pelas disfunções psicológicas de cada um dentro desses pequenos grupos.

Imagine se todos se predispusessem a conhecer a si mesmos e utilizassem esse conhecimento como um meio de equilíbrio e melhoria, não o mundo como um todo, mas a trazerem o bem estar para dentro de suas relações mais íntimas… 

O efeito seria em cascata, a sociedade gradualmente também se curaria e se transformaria.

1. Autoestima

Conhecer a si mesmo é um fator chave para uma autoestima saudável e equilibrada, que é um dos maiores fatores do sucesso pessoal de alguém. 

Veja os grandes homens de negócio, os gênios como Walt Disney, que confiava em si mesmo e não desistiu de seus sonhos. Ele tinha a certeza do que queria e do que era capaz, e isso bastou para ele continuar em frente.

Esses homens em geral, confiam nas próprias ideias,  conhecem suas habilidades e limitações e fazem as coisas trabalharem a seu favor. 

Essa convicção de si mesmo é proveniente de um alinhamento sobre o que se quer, habilidades, talentos e capacidades.

2. Vencer Problemas Psicológicos

O autoconhecimento também é fundamental para vencer distúrbios como ansiedade, depressão e fobias… 

Dificilmente alguém consegue mudar um comportamento, um hábito, vencer um medo conscientemente, sem se conhecer muito bem.

  • Encontrar o seu propósito na vida;
  • Entender seu objetivo no mundo;
  • Vencer pensamentos depressivos;
  • Compreender o movimento que seus relacionamentos fazem e transformá-los;
  • Vencer hábitos e impulsos destrutivos;
  • Entre outros…

Todos esses itens são os benefícios que o autoconhecimento traz.

Técnicas de PNL para Desenvolver o seu Autoconhecimento

A Programação Neurolinguística é uma das melhores ferramentas para um descoberta real e profunda de si mesmo. Por esse motivo, vamos falar de 3 técnicas imbatíveis para isso!

Agora que vimos toda a parte teórica do autoconhecimento, vamos falar da coisa prática.

Como você pode se autoconhecer? 

1. Meditação

Homem meditando em cima de uma montanha

A meditação é uma EXCELENTE maneira de desenvolver o autoconhecimento. Por meioda meditação guiada, por exemplo, você é levado a perceber o seu mundo interior, refletir sobre ele, entendê-lo e achar motivação, respostas e meios para dominar seus impulsos, transformar suas atitudes, aprimorar sua relação consigo mesmo e com o mundo ao seu redor.

2. Utilize as Palavras a Seu Favor

Uma chave escrito words - palavra em inglês

Sabia que no dicionário de Português, existem mais de MIL palavras que se referem asentimentos e emoções? 

Um dos maiores empecilhos para o autoconhecimento é utilizar a mesma palavra (o mesmo nome) para coisas diferentes. 

Por exemplo: deprimido.

Se você utilizar a palavra “deprimido” significa MUITAS coisas, além da tristeza. Se formos pegar o termo em sentido de um distúrbio psiquiátrico, o termo “depressão” se quer significa tristeza. A depressão como doença, trata muito mais de uma baixa de serotonina no cérebro, do que uma tristeza profunda.
Tem a ver com cansaço intenso, fadiga, desânimo, perda de gostos, mudanças de hábitos, como compulsão alimentar ou falta de apetite, entre outros.

Então, aprimore seu vocabulário,  troque as palavras abrangentes por palavras mais específicas, quem sabe frases. 

Troque “depressão” por “estou exausto com a quantidade de trabalho”, “estou desanimado com a falta de tempo”. 

3. Monitorando a Sua Mente

Vetor com uma menina analisando as próprias emoções

A ideia aqui é de monitorar as três camadas da sua mente por meio de três perguntas simples, não apenas durante um momento silencioso de meditação e sim, durante o seu dia a dia.

Essa técnica é simples e muito eficiente. Conforme as situações forem acontecendo, se faça essas três perguntas:

  • O que estou pensando?
  • O que eu estou sentindo?
  • O que não estou enxergando?

Com o tempo você vai assimilar que algumas situações provocam determinados tipos de pensamento e emoções, enquanto outras situações, provocam pensamentos e emoções diferentes. 

Dessa forma, se um situação X provoca um sentimento ou comportamento negativo Y, você pode começar a evitar essas situações, além de entender o porquê isso acontece e, em alguns casos, vencer essa barreira.

Quando você entende que sua visão é limitada e se pergunta “ o que não estou enxergando”, você abre espaço para a autoanálise, para o autoquestionamento e principalmente, para descobrir as motivações que estão lá no ID, no seu subconsciente.  

Entenda e aceite que sua visão de si mesmo e também do mundo ao seu redor é limitada e distorcida por conta de diversos fatores internos e externos.

Além de tudo, essa simples pergunta abre um pressuposto enorme para a auto-observação.

Uma dica, principalmente no começo da prática, é anotar essas observações em um bloco de notas no celular, por exemplo. Anote as respostas como elas surgirem, de maneira sincera e sem julgamentos.  Anote o que você for observando ao longo do dia, na estrutura dessas três perguntas. 

Depois é só você separar pequenos momentos do seu dia ou da sua semana para tentar compreender essas respostas e encontrar soluções ou simplesmente maneiras de evoluir.

10 Perguntas Poderosas Para Você Desenvolver o Seu Autoconhecimento

Já que estamos falando de perguntas, quero compartilhar com você 10 perguntas poderosas para o autoconhecimento

Infográfico das 10 perguntas poderosas para você conhecer a si mesmo

Depois de cada pergunta, questione: por quê? Qual o motivo disso?

Tenha uma conversa interna consigo mesmo.

Exemplos:

  • Por que eu falei aquilo para para o meu amigo?
  • Por que eu fiquei com raiva?
  • Por que ele comentou sobre meu peso e isso me incomodou?
  • Por que isso é verdade e eu tenho medo de não ser mais atraente?

Ok… Espero que até aqui tudo faça sentido… Já entendo o que é, já vimos as ferramentas…

Mas… e depois? O que devemos fazer com todo esse conhecimento?

Algumas coisas que descobrimos sobre nós mesmos são desafiadoras; requer de nós não apenas sair da zona de conforto, e coragem para admitir que aquela ali é a verdade.

Alcançar o autoconhecimento e não fazer nada com ele não é o objetivo. 

Então aqui vamos deixar também algumas dicas “pós-descoberta”, alguns caminhos que você pode tomar, a partir do momento em que vai criando consciência de si mesmo.

O Que Fazer Com o Seu Autoconhecimento?

  • Auto aceitação: abandonando os julgamentos

A auto aceitação é um dos processos de cura mais libertadores que existem. Quando você aceita quem é, pode realmente começar a evoluir.

É importante dizer que auto aceitação é diferente de comodismo. Algumas pessoas usam o termo “auto aceitação” numa narrativa em que se sabe o que faz, mas não se tem o interesse de trabalhar naquilo ou simplesmente desacredita que é possível mudar e/ou evoluir.

Auto aceitação tem a ver com admitir que é humano, imperfeito e passível de pensamentos, convicções e até comportamentos socialmente não aceitos. 

A verdade é que todos temos impulsos estranhos, medos irracionais, gostos duvidosos. O “ser falho” é o que torna todos nós seres humanos iguais.  

Então seja lá o que você observar e descobrir sobre si mesmo, lembre-se: você não é melhor nem pior que ninguém por isso. Apenas aceite e permita a autodescoberta.

Dessa forma, você abandonará não apenas os julgamentos que você faz sobre si mesmo, mas os julgamentos que você faz sobre as pessoas e as situações ao seus redor.

  • Conheça e Respeite seus limites

Nem todas as verdades são fáceis de lidar. Se esse processo de autoconhecimento te levar para verdade difíceis, como traumas, o ideal é que você entenda seus limites e espere o momento certo para lidar com elas. 

Além disso, não se martirize se algo for complicado de ser mudado. Se você se sentir cansado ou confuso, pare, respire, descanse, repense… Comece mexendo nas coisas mais simples, que envolvem situações e pessoas com menos peso emocional para você.

Respeite os seus limites. 

  • Procure Ajuda

Se o seu objetivo com o autoconhecimento é vencer questões psicológicas, como fobias, depressão, ansiedade ou transtornos como de personalidade, procure ajuda profissional.

A terapia é uma ferramenta insubstituível para o autoconhecimento e principalmente, para a cura e controle de patologias. Lide com situações complexas da sua mente com ajuda profissional.

Primeiro porque você não precisa passar por essas situações sozinho. Segundo, o caminho com ajuda, sempre se torna mais rápido e menos doloroso. 

  • Ajude Outros!

Conforme você evoluir e se transformar, você também será capaz de ajudar os outros ao seu redor. Faça isso, sempre que possível. 

Chame alguma pessoa próxima, que você tenha um bom relacionamento, para embarcar nessa jornada de autodescoberta junto com você é uma boa pedida. 

E aí… conseguiu entender tudo sobre autoconhecimento?

A Programação Neurolinguística é uma das ferramentas mais utilizadas para o autoconhecimento. Ela trabalha justamente nesse processo de percepção, entendimento e transformação dos seus processos mentais. 

Por esse motivo, temos um artigo especial falando sobre as Técnicas de PNL para Desenvolver o Autoconhecimento.

Confira!!

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