Inteligência Emocional: O que é, Conceito e Como Desenvolver a Sua

Entenda tudo sobre Inteligência Emocional, a habilidade de gerenciar emoções, lidar com pessoas difíceis e passar pelas maiores situações adversas da vida sem se abalar!  


O que é inteligência emocional? Como ela nos afeta no dia a dia? É possível desenvolver inteligência emocional?

Para responder à essas perguntas, imagine a seguinte situação:

Imagine que você está no carro, na marginal Tietê em São Paulo. Já são 07h30 da manhã, o trânsito já está engarrafado e você sabe que se não se apressar, vai chegar atrasado. Então decide tentar cortar o trânsito como pode.

A irritação e o estresse do trânsito ainda estão sob controle, afinal, ainda é cedo… Algum pop rock ou sertanejo toca no carro. Você respira fundo, tudo está sob controle… Aquela reunião importante com aquela pessoa um pouco complicada já está rondando sua mente desde o dia anterior, mas você está aguentando firme.

Tudo está indo muito bem… Até que você sente um baque na lataria do seu carro.

Nesse momento — quando você vê que algum outro motorista um pouco mais apressado, desatento ou só mais “barbeiro” e idiota que você bateu no seu carro (limpinho, novinho, caro pra burro) — os pilares do seu autocontrole, do seu equilíbrio emocional e de qualquer outro tipo de calma são atingidos e estremecem…

Você já sabe que chegará atrasado no trabalho, perderá o começo da reunião (ou ela inteira). Precisará, talvez, discutir quem é o errado da história, quem deu seta ou não deu. Precisará ver burocracia, fazer B.O. Precisará se explicar no trabalho.

SOCORRO… 

Esse segundo em que o turbilhão chega, quando todas as demandas surgem na sua mente, em disparada, sem se preocuparem, suas emoções e sentimentos de cansaço, esgotamento, ansiedade, raiva e mais um variedade de outras sensações, até mesmo físicas (como uma dor de cabeça, uma tensão no pescoço, falta de ar) surgem sem o menor pudor.

Então, o que fazer? Como reagir?

No exemplo dessa história foi um pouco drástico (quem não ficaria irritado com uma batida de carro!?), mas quantas coisas insignificantes — e se você fizer um processo mental agora, vai pensar em pelo ou menos uma — nos tiram do sério?

Coisas pequenas e insignificantes acabam desestruturando nossa mente, desencadeando assim uma avalanche de pensamentos, sentimentos e atitudes desproporcionais e tão desequilibradas, que em alguns momentos assustam.

Esse tipo de comportamento (de ação e reação, sem ponderar sobre o que acontece) é típico de pessoas que não possuem inteligência emocional.

O motivo é simples e para explicar ele, nada melhor do que explicar, efetivamente, qual o conceito de inteligência emocional.

Então continue lendo!

O que é Inteligência Emocional

Inteligência Emocional nada mais é que a habilidade de gerenciar as próprias emoções, através da descoberta, compreensão e modulação de cada emoção e sentimento que surgir no dia a dia, bem como a habilidade de reconhecer, compreender e lidar com o outro, ou seja, a habilidade social.

É um processo de autoconsciência e consciência social, onde a pessoa que se auto avalia percebe o que sente, entende o porquê sente e procura os meios de lidar com as sensações que surgem (e muitas vezes estão desequilibradas).

Sendo assim, a característica mais marcante de pessoas emocionalmente inteligentes se dá através do simples fato de que elas percebem, entendem e principalmente: gerenciam de maneira altamente eficaz todos os efeitos que os acontecimentos do dia a dia causam em sua mente, podendo, assim, trabalhar o autocontrole e a evolução pessoal.

A Evolução do Conceito de Inteligência Emocional

Esse termo é tão importante quanto antigo.

O primeiro a falar isso foi Charles Darwin, do qual entendia que a inteligência emocional — como o gerenciamento e expressão das emoções — era valioso para a sobrevivência. 

Em 1920, o psicólogo Robert L. Thorndike, na Universidade de Columbia, usou o termo “inteligência social” para descrever a capacidade de compreender e motivar os outros. 

Porém, foi apenas em 1983, com Howard Gard que o conceito de inteligência emocional começou a fazer parte da literatura. Foi nesse período que originou-se o conceito de Coeficiente Emocional (QE).

Coeficiente de Inteligência (QI) vs Coeficiente Emocional (QE)

Durante muito tempo acreditou-se que o sucesso pessoal e profissional estava diretamente atrelado à nossa inteligência lógica, ou seja: quanto maior fosse o Coeficiente de Inteligência (QI) de alguém, mais bem sucedido e emocionalmente equilibrado essa pessoa seria. 

Hoje parece até absurdo falar isso, mas nessa época o sucesso emocional estava intimamente relacionado à capacidade de formulação do raciocínio lógico. 

Com o passar do tempo, o mencionado conceito caiu em desuso dando espaço a algo tão ou mais importante que o intelecto das pessoas: a inteligência emocional.

A partir dessa “descoberta”, o psicólogo Norte Americano Howard Gardner desenvolveu sua Teoria das Múltiplas Inteligências.

Os Tipos de Inteligência Humana — de Howard Gardner

Em 1980, em Harvard, o psicólogo Howard Gardner liderou um conjunto de pesquisas sobre a inteligência humana.

A primeira conclusão que Gardner chegou foi a de que a inteligência lógica — aquela medida pelos testes de Coeficiente de Inteligência (QI) — não eram suficientes para abarcar todas as habilidades cognitivas que o ser humano possui.

Dessa maneira, após determinar critérios avaliativos para o desenvolvimento e conceituação das inteligências, Gardner descreve pela primeira vez, em seu livro Estruturas da Mente de 1983, a conceituação das 7 Dimensões da Inteligência Humana, dando início à Teoria das Inteligências Múltiplas.

É importante falar dessa teoria, porque ela mostra já de cara a raiz da Inteligência Emocional. 

Pense comigo: quando você diz que alguém é inteligente, em geral está se referindo ao intelecto dessa pessoa, não é mesmo? Principalmente àquelas áreas ligadas à lógica, como matemática, física e química. É natural. Essa percepção ainda está enraizada.

Mas quando ouvimos ou vemos alguém falar sobre sentimentos e emoções, logo ligamos o assunto aos “temas do coração”, coisas que não são “racionais” — e, portanto, inúteis.

Pensando dessa maneira as chances de desenvolver inteligência emocional é bem pequena. Quem não pondera sobre o que sente está impossibilitado de compreender a si mesmo. É preciso nadar fundo tanto na lógica, quanto no sensitivo para compreender a si mesmo.

E foi reparando nessa vastidão de “cognições” e percebendo que muitas delas não se enquadravam na lógico (incluindo as emoções) é que Gardner criou essa teoria.

  1. Lógica Matemática
  2. Linguística
  3. Musical
  4. Espacial
  5. Corporal-cinestésica
  6. Intrapessoal & Interpessoal
  7. Naturalista

Cada uma dessas inteligências tem seu papel fundamental na vida de cada um e é tão diversificado quanto nossas digitais o são. Cada um nasce com uma habilidade diferente do outro…

Pessoas como Albert Einstein e Nikolas Teslas foram gênios matemáticos; pessoas como Fernando Pessoa e J.R.R Tolkien, que além de escritores, foram grandes linguísticas, também foram geniais no que faziam; não precisamos sequer falar que músicos como Beethoven, Paul McCartney e Amy Winehouse… que foram gênios da música; ou que Michelangelo e Oscar Niemeyer, que foram gênios da escultura e da arquitetura.

Então, dentre todas essas inteligências — e levando em consideração que a inteligência emocional é a capacidade de lidar bem consigo mesmo e com os outros — percebemos que pessoas emocionalmente inteligentes possuem o que Gardner chamou de inteligência Intrapessoal e Interpessoal.

É importante entendermos isso, porque a Inteligência Emocional está configurada na compreensão de SI mesmo e do OUTRO. Dessa maneira, podemos dizer que uma pessoa Emocionalmente Inteligente é aquela que treinou e desenvolveu suas Inteligências Intrapessoal e Interpessoal.

Inteligência Intrapessoal

É a capacidade de conhecer a si mesmo. De compreender os próprios padrões emoções e sentimentos. É uma inteligência altamente introspectiva, ligada à auto percepção e autoconsciência.

Segundo os estudiosos, essa é a inteligência mais rara, pois seus resultados práticos estão ligados à:

  • Entendimento de crenças (limitantes ou não)
  • Supressão e neutralização de comportamentos e hábitos danosos, como vícios
  • Percepção clara de limitações
  • Entendimento dos motivos que geram preocupações, ansiedade e sentimentos de tristeza (bem como de alegria)
  • Autocontrole

E por aí vai…

Pessoas como Mahatma Gandhi, Jesus Cristo e Friedrich Nietzsche foram pessoas com alta Inteligência Intrapessoal.

Inteligência Interpessoal

Enquanto a Inteligência Intrapessoal é voltada para o autoconhecimento, a Inteligência Interpessoal é voltada para fora, para o mundo exterior. É, portanto, a capacidade de conhecer e compreender o outro, suas intenções e desejos, seus sonhos e planos.

Personalidade como Mahatma Gandhi, Jesus Cristo e John F. Kennedy possuíram grande inteligência interpessoal, capazes de observar o seu próximo e compreender não somente suas dores, anseios e sonhos, como também capazes de distinguir de maneira intuitiva suas intenções.

Se você perceber, grandes figuras políticas e religiosas, grandes líderes, por assim dizer, são pessoas com alta capacidade de conhecer a si mesmas e de conhecer ao próximo. Não é à toa que Gandhi e Jesus aparecem em ambos.

Portanto, para que alguém desenvolva Inteligência Emocional, é necessário possuir autoconhecimento e conhecimento do outro.

Se não houver equilíbrio entre essas duas inteligências, dificilmente você alcançará o que se entende por ser uma pessoa Emocionalmente Inteligente.

O Poder dos Grandes Líderes

Desconsiderando totalmente o cunho religioso e/ou político, perceba como Gandhi e Jesus aparecem tanto na lista de pessoas que se autoconhecem, como conhecem o próximo.

É exatamente esse fator que os fez ser quem são.

Mesmo depois de décadas (e milênios, no caso de Cristo) de sua morte, seus ensinamentos, suas ações em viva, sua maneira de lidar com as próprias tensões, limitações e dificuldade; bem como sua capacidade de entender o outro, suas intenções, suas ideias e a capacidade de lidar de maneira não julgatória, mas compreensiva e amorosa com o próximo são exemplos a serem seguidos até os dias de hoje.

Esses são casos extremos, é claro. Ambos foram assassinados pela causa que acreditavam.  Mas aqui fica a lição do que uma pessoa com Inteligência Emocional pode fazer: mudar o mundo.

Talvez você e eu não possamos dividir a história como Cristo ou mudar toda uma nação, causando uma revolução pró liberdade, como no caso de Gandhi… mas você já parou para pensar como você pode mudar o seu mundo e o mundo das pessoas que te rodeiam?

Imagine-se como líder de uma empresa.

Pessoas se estressam e se desentendem. Desafios surgem. Problemas acontecem. Se você possui muito conhecimento de si mesmo, poderá trabalhar para evitar desgaste emocional, para desenvolver autocontrole diante de desentendimentos.

Contudo, se você focar só em si mesmo e esquecer o outro, as coisas poderão sair dos eixos e você acabará entrando no orgulho, no egoísmo e na baixa capacidade de gerir pessoas.

Por outro lado, se você começar a compreender o que está fora de você, ou seja, como o outro funcionam, quais suas ideias e seus sonhos, qual a melhor maneira de comunicar com Maria — que pode ser completamente diferente da melhor maneira de se comunicar com João — você poderá trabalhar de maneira mais efetiva para tornar o seu ambiente de trabalho menos caótico, mais humano e solidário.

Efetivamente, um líder (e qualquer um, na verdade) possuidor de inteligência emocional pode transformar uma organização e até mesmo a vida pessoal dos membros de sua equipe. Pais podem transformar a vida de seus filhos possuindo inteligência emocional. Cônjuges podem salvar seus relacionamentos ou simplesmente aprofundar esses laços se possuírem inteligência emocional.

Mas, quais as características da Inteligência Emocional. Como ela pode ser observada e adquirida na prática?

Os 5 grandes domínios da Inteligência Emocional de Daniel Goleman

 Segundo Daniel Goleman — conhecido como o pai da inteligência emocional e autor do Bestseller “Inteligência Emocional” — o controle das emoções é fundamental para o desenvolvimento da inteligência emocional (que é a capacidade que um indivíduo tem de conhecer a si mesmo e aos outros e saber o que fazer isso).

Segundo ele, a Inteligência Emocional é formada por 5 habilidades, que são:

  1.   Conhecer e reconhecer as próprias emoções – autoconsciência
  2.   Lidar com as próprias emoções – autocontrole
  3.   Motivar a si mesmo – automotivação
  4.   Capacidade de reconhecer as emoções e colocar-se no lugar do outro – empatia
  5.   Habilidades Sociais – soft skills

Resoluções necessitam de conhecimento. A grande verdade é que não existem meios de resolver conflitos sem um prévio conhecimento da situação (ou pessoa) que está gerando esse conflito.

Para Daniel Goleman, conhecer as próprias emoções, dar nomes aos bois é indispensável para compreender de maneira assertiva o que sentimos, o porquê sentimos e então, bolar um meio Inteligente para lidar com essas emoções.

Quando entendemos o que sentimos, quais são os nossos gatilhos e quais as motivações por trás dessas emoções, podemos buscar meios de equilibrar as coisas. Aqui, trata-se de equilíbrio, não da supressão das emoções.

A inteligência emocional refere-se à um estado de autocontrole. Trata-se exatamente do que o nome diz: de ser inteligente. De não permitir que emoções causadas por pensamentos irracionais tomem o controle do seu comportamento.

Com a autoconsciência e o autocontrole, é possível fazer com que a automotivação, que o reconhecimento do outro (a empatia) e as habilidades sociais também fiquem em dia.

Benefícios Práticos da Inteligência Emocional

Existem inúmeros benefícios de ser emocionalmente inteligente.

Na vida pessoal, em casa, com seus filhos e cônjuge, até no seu ambiente de trabalho com seus subordinados e/ou superiores.

A vida é como uma montanha russa. Existem momentos que nos pegam de surpresa, pessoas que agem de maneira inesperadas, crises pessoais e econômicas que surgem sem o mínimo aviso.

A única maneira de lidar com todas essas situações é sabendo exatamente como agir.

Dessa forma, pode-se dizer que a inteligência emocional auxilia, em praxe, em quatro áreas fundamentais da nossa vida:

  • No autogerenciamento 
  • Na autoconsciência e no autoconhecimento
  • Na consciência social e conhecimento do outro 
  • Na gestão de conflitos e relacionamentos intra e interpessoais

Praticamente, existem inúmeros benefícios de possuir inteligência emocional, mas vamos listar aqui algumas delas:

  • Capacidade de lidar com mudanças inesperadas
  • Habilidade de lidar com contratempos
  • Aptidão para superar e aprender com as próprias falhas
  • Competência para aceitar e lidar com ideias divergentes
  • Diminuição de crises de ansiedade
  • Sabedoria para resolver conflitos internos e externos
  • Aumento e fortalecimento da autoestima
  • Diminuição do sentimento de inferioridade
  • Autoconfiança nas próprias habilidades e capacidade
  • Aumento da capacidade de decidir sabiamente
  • Alta produtividade e aumento da auto performance
  • E muito, muito mais…

A Programação Neurolinguística e a Inteligência Emocional

Agora que já entendemos toda a teoria da Inteligência Emocional, não podemos deixar de falar sobre como a PNL pode auxiliar no desenvolvimento disso.

Com a Programação Neurolinguística (PNL), por exemplo, é possível descobrir  quem ou o que dispara seu gatilho emocional.

A questão é, todos nós temos gatilhos emocionais. Quando esses gatilhos são disparados, o processo é o mesmo do que ocorre com uma criança com fome: nossa tendência é querer espernear e berrar por todos os cantos.

No fundo, parece que tudo que estava bom se torna ruim em um piscar de olhos. Por isso, conhecer quem e quais são essas situações é primordial para o desenvolvimento da habilidade de assumir o controle emocional e permanecer tranquilo durante a ocorrência de um evento negativo.

Com a ajuda de técnicas de PNL para aumentar a inteligência emocional, você pode construir estratégias para conquistar a autoconsciência.

Nessa parte, você não pode pensar nas coisas de forma generalista: é preciso pontuar especificamente pessoas e situações que te tiram do sério.

Liste um número razoável de pessoas com quem você tem dificuldade em lidar. Procure entender o que elas fazem que faz com que você procure o seu gatilho emocional.

Para ajudar no autocontrole, a PNL ensina flexibilidade, por exemplo.

Pessoas Flexíveis são aquelas que conseguem fazer com que todo encontro seja produtivo por estarem abertas a aprender cada vez mais e a entender como o mundo e as pessoas funcional. Além disso, essas pessoas aceitam que as mudanças acontecem a todo tempo e a toda hora, independentemente de sua vontade.

A flexibilidade faz com que você se adapte mais rapidamente a estas mudanças.

Para desenvolvimento de sua flexibilidade, procure interromper padrões antigos; afinal de contas, se você fizer o que sempre fez irá obter o mesmo resultado de sempre. Então atribua comportamentos nunca utilizados no contexto em que você se encontra.

No contato com os outros e na empatia, vale o rapport, ferramenta muito usada na Programação Neurolinguística.

Sabe-se que o resultado da empatia é a confiança e que a confiança, por sua vez, é a chave para mensurarmos a força de nossos relacionamentos. Neste sentido, se as pessoas confiarem em você, elas seguirão você. Se não confiarem, elas permanecerão do seu lado apenas enquanto for conveniente ficar.

Quando os outros nos veem como um amigo, alguém em quem realmente pode-se depositar fé, alguém altamente confiável, as pessoas se sentem emocionalmente mais confiantes perto de nós e se aproximam. Por outro lado, quando não existe essa confiança, as pessoas sentem-se isoladas, alienadas e distantes de nós.

O rapport pode ajudar a reafirmar essa confiança.

Também é importante, na relação com os outros, manter sempre a congruência. Pessoas acreditam muito mais no que elas veem do que no que elas escutam. A Programação Neurolinguística é peça essencial para o desenvolvimento da congruência entre o pensar, sentir e agir. Sua prática faz com a pessoa consiga gerenciar de forma eficiente o não verbal, evitando assim a emissão de sinais ambíguos que confundam o interlocutor de modo a afetar o relacionamento como um todo.

Usando essas ferramentas da PNL  é possível aumentar seu quociente emocional e lidar melhor com suas emoções, melhorando os relacionamentos em todas as partes da sua vida.

A verdade é que sem inteligência emocional, uma batida de carro ou uma simples palavra fora de contexto podem transformar a mente, o dia, a vida de alguém uma verdadeira bagunça.

Pessoas emocionalmente inteligentes são capazes de transformar situações adversas em aprendizados. São capazes de transformar oponentes em colaboradores.

É por isso que na PNL, uma das grandes buscas é o desenvolvimento da inteligência emocional, visando sempre a evolução pessoal de cada um.

O que você achou desse artigo? Conseguiu entender o que é inteligência emocional?