Comunicação Não Violenta: buscando maneiras de lidar com o outro

Tumb comunicação não violenta

Comunicação Não Violenta

Maneira de se comunicar pode evitar conflitos ou até mesmo gerar envolvimento com o seu interlocutor.

Todos os dias entramos em contato com diversas formas de vida. A maneira como nos relacionamos com elas, por muitos momentos, acaba se tornando totalmente automática, variando entre a indiferença ou a afetividade, repetições de padrões que seguimos buscando facilitar o nosso cotidiano.

Entretanto, ao seguir esses padrões nem sempre o fazemos com plena consciência de nossos atos e do que eles podem causar no mundo e na vida de outras pessoas. Muitas vezes a nossa maneira de comunicar, por não ser controlada e consciente, pode seguir um caminho violento, nos afastando do objetivo de construir um relacionamento saudável e frutífero com outros seres.

A Comunicação Não Violenta começa ao assumir uma capacidade natural para a compaixão, no entanto a aspereza e violência com que temos convivido acabam sendo aprendidas e incorporadas em nossa cultura.

Os três níveis da comunicação

É possível separar em três níveis as nossas formas de nos comunicarmos com o mundo. Entretanto, a divisão é feita apenas em teoria, de um modo didático, porque na prática da vida eles não se esgotam em si mesmos.

No primeiro nível está o relacionamento intrapessoal, que diz respeito àquilo que dizemos e fazemos com nós mesmos. Nesse âmbito estão as nossas expectativas e a maneira com que o nosso corpo, nossos sentimentos e nossos pensamentos se articulam.

Já o segundo nível estão os relacionamentos interpessoais, ou seja, as relações com os outros seres. Aqui a comunicação é ainda mais clara, pois é onde exercitamos o diálogo com maior frequência.

Por fim, o terceiro nível é o sistêmico, que corresponde aos sistemas coletivos e todos os seus acordos implícitos que ajudam a arquitetar as relações humanas. Lugares como tribunais, salas de aula, hospitais, ônibus, entre outros, são regulados por sistemas que visam a melhor convivência entre todos aqueles que participam do ambiente. Mesmo que nós não sejamos responsáveis por inventar a maior parte desses sistemas, dos quais fazemos parte, ainda somos responsáveis pela maneira com que nos relacionamos com eles.

Audição não violenta

Um grande passo para eliminar a violência dos seus atos está muitas vezes em saber o momento de aguardar. Se você deseja se comunicar de uma maneira eficiente e pacífica, dê a chance a si mesmo de conhecer toda a história, ouvindo tudo o que o outro tem a dizer antes de formular e expressar sua própria opinião.

Aceitação de sentimentos e eliminação de rótulos

Da raiva ao amor, somos os responsáveis por aquilo que sentimentos. Aceitar esses sentimentos é essencial para que possamos lidar com eles e então saber como agir em relação a figura que nos desperta essas sensações.

Quanto aos rótulos, eles são muito limitadores. Portanto, não os use nem para si mesmo nem para os outros. Compreenda que todos os seres estão em constante mudança e a cada novo encontro com alguém você está em contato com a versão mais atualizada daquela pessoa. Por isso não é válido chegar com a carga de um rótulo ou sentimento do passado, porque aquela pessoa que fez aquilo que te incomodou, já não existe mais.

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Guia básico para evitar conflitos e melhorar as relações