Como lidar com pessoas céticas usando PNL

Aprenda como abordar até mesmo as pessoas mais céticas para apresentar suas ideias

Lidar com pessoas céticas pode ser algo muito estressante, principalmente quando você precisa apresentar uma ideia – ou até mesmo um produto ou serviço, num processo de venda!

Às vezes, quanto mais entusiasmo você demonstra, mais irredutível o outro parece se tornar!

Das suas ideias de uma viagem até um projeto no seu trabalho, praticar sua habilidade de convencimento é necessário e, ao se deparar com pessoas mais fechadas, você deve predispor de algumas estratégias para chegar ao seu objetivo!

Como convencer uma pessoa cética

Para convencer qualquer pessoa, você precisa de bons argumentos, certo? Bom, isso nem sempre poderá funcionar. Apenas um raciocínio lógico pode não ser o suficiente para fazer com que outra pessoa concorde com a sua ideia.

Em algumas situações, instintivamente passamos a agradar, bajular ou até implorar para que a outra pessoa se convença de que aquilo que propomos é uma coisa positiva. Porém, nem sempre isso funciona – e essas técnicas podem ser um pouco degradantes.

Usando a comunicação

Um dos pressupostos da Programação Neurolinguística nos revela que  “O significado da comunicação é a resposta que se obtém, independente da intenção do comunicador.”. Ou seja, se o outro não compreende o que você diz ou o que pretendeu dizer, a falha pode estar na forma de comunicar a sua mensagem. Assim, observar como a sua comunicação é recebida lhe permite ajustá-la, para que da próxima vez ela possa ser mais clara.

Portanto, ao passar uma mensagem, notar que ela deixou o outro na defensiva ou irritado, assuma internamente que esta abordagem não foi bem sucedida. Você pode seguir falando de sua ideia de um novo jeito, até que perceba uma maneira que  possa ser mais atraente para seu interlocutor.

Outros pontos de vista

É por esse motivo que se torna necessário avaliar outros pontos de vista. Em uma estratégia de comunicação podemos ocupar diferentes posições: 1ª pessoa (geralmente mais “passional”), 2ª pessoa (o seu ouvinte, a quem se dirige o seu discurso) e a 3ª pessoa (um observador, que apenas enxerga o que se passa, distante dos papéis das outras duas pessoas).

Você, no papel de 1ª pessoa, tem como desafio se “enxergar” nesses outros papéis. Para chegar até a 2ª pessoa, é importante usar ferramentas como o rapport e conseguir comportamentos mais empáticos. Assim, percebemos e entendemos a resposta da outra pessoa, caminhando com os seus sapatos e proporcionando outras alternativas para aquela “dor”.

No papel da 3ª pessoa, você consegue – a partir de um ponto de vista imparcial – fazer uma avaliação do que falta para chegar a um acordo entre as duas partes envolvidas na discussão de ideias.

Essa “mudança de perspectiva” é essencial para que você encontre a melhor ponte para chegar até a outra pessoa. Além disso, você também poderá deixar seu discurso mais racional ou emotivo, de acordo com o perfil com o qual está interagindo.

Guia Básico para evitar conflitos e melhorar as relações interpessoais