10 razões para você ter (ou ser) seu próprio coach

Dez razões coaching tumb

Dez razões coaching

“Meu coach me ajudou.”

“Vou procurar um coach.”

“Falei com a minha coach e já sei o que fazer.”

A atividade de coaching está numa ascendente. Frases como estas aí de cima estão cada vez mais comuns e há muitas razões para isso estar acontecendo. O meu caso é um bom exemplo.

No início de 2017, eu procurei o coaching sem conhecer muito bem o processo. Foi na base do desespero mesmo. Eu tinha acabado de me mudar para a Europa e o tema “trabalho” era uma absoluta incógnita na minha vida.

O coaching, porém, gerou transformações além da área profissional. Mexeu tanto comigo que, terminado o processo, eu não conseguia conviver com a ideia de ver os recursos que eu havia adquirido com o coaching se desvanecerem dentro de mim.

Eu queria continuar sendo coach de mim mesmo, por isso, decidi estudar. Sem dúvida, essa é uma das razões que fazem a atividade crescer tanto. Muitos dos que são tocados pelo coaching querem dominar a metodologia para continuar passando o bem adiante.

A formação toma pouco tempo e tem um investimento relativamente baixo. se comparado ao imenso impacto que os recursos e ferramentas que aprendemos exercem sobre nós e no nosso entorno.

Quando procurei o coaching, lá em janeiro de 2017, eu não sabia o que ia encontrar. Eu imaginava que só contratava esse serviço quem quisesse melhorar sua atuação profissional dentro de uma empresa (como o coaching executivo ou de carreira).

Visão limitada.

Mais tarde eu descobri que existia o Life Coaching. Lembro que, na época, achei o termo um tanto presunçoso. Como pode alguém se achar na capacidade de treinar outra pessoa a viver?

Visão limitada.

Coaching não tem a ver com treinar, ajudar ou ensinar. Verbos que melhor definem o processo são conduzir, facilitar, desenvolver.

Se você também estava com uma visão pouco clara sobre o coaching, esse é um bom momento para eu apresentar a primeira razão para você ser ou ter seu próprio coach.

Razão número 1: O coaching expande a sua visão de mundo em um nível que você passa a ter consciência de que a sua visão é apenas… adivinha? A sua visão. Existem várias outras que você sequer conhece. Empatia e respeito passarão a fazer parte do seu dia a dia como nunca antes.

Aprendemos que a nossa visão de mundo é restrita, limitada e com lacunas de ignorância mesmo sobre os assuntos que dominamos (ou achamos que dominamos). Você aprende que na vida existem as coisas (leia-se habilidades, assuntos, conceitos) que você sabe que sabe, as que você não sabe que sabe, as que você sabe que não sabe e as que você não sabe que não sabe.

Pegou? Se não, volte e leia até ficar claro. Isso é importante.

No coaching, esse emaranhado de “saberes e não-saberes” é parte de um conceito que chamamos de mentalidade de crescimento, desenvolvido pela professora de psicologia Carol Dweck.

Aprenda a duvidar das suas certezas. Fique feliz quando descobrir que não sabe algo. Descubra mais coisas que você não sabe. Fique feliz por descobrir que você não detém certo conhecimento.

Entender os obstáculos que a vida nos apresenta são evidências de que estamos caminhando, faz a gente se apaixonar pela vida e pela habilidade de resolver problemas. Nossa capacidade de aprender (e de aprender a aprender) é uma dádiva.

O coaching facilita a mudança de perspectiva, nos faz enxergar o mesmo ponto por diferentes ângulos e, por isso, resolver problemas torna-se mais fácil.

Razão número 2: No coaching, problemas perdem o protagonismo.

No começo, você fica até meio atordoado. Aconteceu comigo. Durante o processo, eu tentava reclamar e falar de problemas, mas para cada dificuldade que eu colocava para fora, uma pergunta voltava na minha direção e me fazia olhar para dentro – onde estava a solução.

A propósito, se você espera receber conselhos de um coach, você está procurando o profissional errado.

Razão número 3: Coaching é a arte de fazer perguntas poderosas. Perguntas que geram reflexões, soluções, energia, movimento.

As perguntas são como aqueles sacolejos que, às vezes, a gente precisa tomar. Eu sei que, falando assim, talvez pareça que o processo é desconfortável. E é mesmo, porém, é um desconforto que ensina algo muito importante, como explicitado na próxima razão.

Razão número 4: Você vai aprender a cuidar melhor de si, ser mais gentil consigo, melhorar seu diálogo interno.

O autoconhecimento faz com que você aprenda a cuidar bem da sua mente. Você vai aprender a monitorar as conversas que tem consigo e vivenciar mais estabilidade emocional. Sem isso, dificilmente uma mudança será sustentável. E falando em mudanças…

Razão número 5: Coaching é ação, é mão na massa, é botar pra fazer.

Decisão sem ação não é decisão, é só intenção. O coaching nos ensina a ser práticos, não tem conversa mole ou positivismo barato. Tem positivismo, claro, mas o que faz o processo funcionar é você e o seu comprometimento.

E aqui eu apresento a sexta razão:

Razão número 6: comprometimento e accountability.

Accountability é um termo que é difícil de traduzir com eficácia para o português. Tem a ver com comprometimento num sentido amplo, é como uma auto-responsabilização para que as coisas funcionem.

Sabe a expressão “olhar de dono”? Accountability é você assumir de vez que você é o dono da sua vida e se comprometer integralmente a fazer o que deve ser feito.

Se o que está faltando para você é comprometimento, juntos, você e seu coach, vão descobrir as razões pelas quais você é comprometido com tantas outras coisas na vida, mas não com você mesmo.

Às vezes, é só falta de clareza sobre o que se quer. Às vezes, é o medo da mudança. Às vezes, são crenças limitantes ou uma configuração mental pouco produtiva. Mas tudo tem conserto.

Razão número 7: coaching é um pílula de efeito prolongado.

Todas as experiências que temos na vida têm um efeito prolongado sobre nós; umas menos, outras mais. Algumas eternas.

Imagine um processo que transforme você, que gere tanta energia e mudança para um estado positivo que, prolongando isso por mais tempo, seus bons resultados também se prolongam.

Parece bom? Pois foi por isso que eu decidi me formar como coach.

Razão número 8: se você dominar e guardar bem os recursos dentro de você, você poderá fazer auto-coaching para sempre. Ou, quem sabe, assumir o coaching como atividade profissional, com eu fiz.

O que eu tinha aprendido no meu processo me deixou sedento por mais conhecimento. Sabendo que eu estava in love com o assunto, minha mulher, numa noite qualquer, me mostrou um webinar do Gilberto Cury, da SBPNL, Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística.

O resultado disso, você já sabe. Peguei um avião e fui conhecer o Gilberto Cury pessoalmente.

Em São Paulo, a experiência foi ainda mais fascinante. Dias inteiros de imersão no mundo do coaching. Tive a oportunidade de ser cobaia da Arline Davis – uma coach que parece ter super poderes, conheci a Suelen Petry, com quem eu faria meu terceiro ciclo de coaching no futuro.

Razão número 9: o coaching vai proporcionar a você novas conexões com pessoas na mesma página da vida, gente querendo crescer, se autoconhecer, impactar o mundo positivamente.

Acredito que essa seja a principal razão para o crescimento exponencial do mercado de coaching. A vontade de ser uma pessoa melhor e contribuir para que outras pessoas também o façam é contagiante.

É claro que nem todo mundo leva jeito para ser coach. Para muitas pessoas, a formação serve para transformá-las em melhores líderes, melhores mães, melhores profissionais, pessoas melhores. Ou seja, se formar como coach não vai transformar todo mundo em coach profissional, mas…

Razão número 10: você terá conhecimento de causa suficiente para identificar os bons coaches já atuantes no mercado, caso você precise de um.

O que faria você procurar um coach? Qual a sua razão para ser (ou ter) seu próprio coach? O que você deseja conquistar, mudar, fazer, transformar? A resposta dessa pergunta é a razão número 10. A sua razão.

Gil Kelmer é personal coach e profissional de comunicação focado em novos negócios. Hoje, ele utiliza a metodologia de coaching somada à sua experiência como publicitário para criar estratégias de comunicação para negócios sustentáveis.

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